Se algumas profissões vão deixar de existir, o que garantirá a sua permanência no mercado?

Pegando carona no ótimo artigo da Keila Pontes sobre as “Profissões que vão deixar de existir”, quero estender o assunto refletindo sobre as habilidades em Autoconhecimento que poderão garantir a sua permanência no mercado ou uma renovação estratégica bem pensada.

Para este presente-futuro não adianta ler a lista da Keila e lançar-se à sorte, respirando aliviada por não ver o nome da sua profissão colocada nela.  É preciso muito mais:

O que você é capaz de fazer hoje, com as estruturas que adquiriu no passado, projetando um futuro inovador e de sustentabilidade? Equação desafiadora, mas realizável. Observe o mapa mental:

As profissões que se manterão serão aquelas onde as competências humanas, as chamadas soft skills, se apresentam à frente das competências técnicas, de nome hard skills.

Padrões mentais, emocionais e sociais serão cada vez mais valorizados porque são mais difíceis de mudar e de serem aprendidos. É o nosso amigo Autoconhecimento reverberando em ações balizadas pela Gestão das Emoções e pela Inteligência Emocional, habilidades fundamentais neste novo cenário: saber se comunicar com clareza, apresentar soluções criativas para os problemas, lidar com pressão, ter atitude positiva, suportar críticas, ser autoconfiante, estar disponível à mudanças… atitudes relevantes no novo currículo.

As profissões de grande demanda técnica serão menos valorizadas no sentido da substituição por mão de obra tecnológica. Pense que é muito mais fácil configurar um leitor óptico para ler o código de barras de um produto, do que treinar uma pessoa para fazer este serviço e ainda relacionar-se empaticamente com os clientes.

A longevidade da sua carreira se desenhará com o seu investimento nas soft skills, somado ao investimento lifelong learning, a aprendizagem como um processo contínuo.

Para todas as profissões, estando na lista da Keila ou não, é tempo de autoconhecimento, planejamento e renovação.

Beijo beijo                                                                                                                       

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Comentários

  1. Claudia amei a sua abordagem. É exatamente isso, as competências humanas serão o nosso grande diferencial. São elas que nos distinguem das máquinas e essas competências são nossas e não das máquinas, pelo menos até agora.