Afinal o que faz um Chefe de Cerimonial?

Já dissemos inúmeras vezes que etiqueta não é frescura, é necessidade para que se viva em sociedade, para que sejam respeitados códigos de comportamento que facilitem nossa vida cotidiana.

Nossa vida é repleta de cerimônias, algumas mais formais outras menos. Como nem todo mundo tem conhecimento e traquejo para lidar com as situações, surge a necessidade de um cerimonialista, para nos tirar dos apertos e nos indicar um rumo, um norte a ser seguido.

A principal tarefa de um cerimonialista é organizar eventos sociais, empresariais e públicos.

É dele a obrigação de fazer cumprir os ritos e conduzir todo o evento.

A profissão é mais antiga do que se pensa, gênios como Leonardo da Vinci era o responsável por todos os eventos do Duque de Sforza, em Milão no século XVI.

Um exemplo onde a presença de um cerimonialista é obrigatória são as cerimônias de casamento, tantas as exigências que cercam esse tipo de festa.

A profissão iniciou planejando os ritos oficiais dos governos. Aqui se faz necessário o conhecimento de regras que são estabelecidas por decretos oficiais.

No âmbito privado o traquejo social, o conhecimento das regras de etiqueta se faz absolutamente necessários para o bom andamento do evento.

Não basta apenas ter bons contatos é importante conhecer profundamente o assunto e estar em permanente atualização.

Faz toda diferença a um evento o conhecimento que o cerimonialista tem sobre como organizar um cortejo, como escolher os padrinhos, como servir à francesa, as flores e tipos de arranjos mais adequados.

Bom senso e saber ouvir os anseios dos contratantes também são de vital importância para quem quer ingressar nesse negócio, que, a despeito do que pensam muitos, carece de maior reconhecimento e tem muito mais de ralação do que de glamour.

Afinal quem tem que brilhar são os donos da festa, ao cerimonialista cabem os aplausos nos bastidores.

Para funcionar, um evento precisa de planejamento, precisa de uma coordenação que vai definir os papeis de cada um, e vai reger essa orquestra, onde nenhum instrumento pode desafinar, ou seja, o trabalho individual precisa ser preciso para que cada profissional envolvido faça o melhor.

A pessoa precisa ser prática e estar preparada para imprevistos, ter sempre um plano B e até mesmo um plano C para o caso de algo não funcionar como previsto.

Finalmente, fazer várias reuniões de alinhamento da equipe, tanto no antes como no depois do evento. Aliás essa reunião pós evento é indispensável porque nela são avaliados os erros e acertos para aperfeiçoar sempre.

Um evento só termina realmente depois de comparados o previsto e o realizado.

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